quarta-feira, 15 de abril de 2020

Bibliotecas Ruy Belo - Ensino @Distância- Estamos ON


Com a suspensão das aulas presenciais a 13 de março, as bibliotecas tiveram de recentrar e projetar o seu serviço e as suas atividades em função da nova realidade redirecionando a sua ação, para a criação de serviços capazes de apoiar as novas formas de trabalho.
Apresentamos hoje o plano estruturado dos serviços em linha que a equipa das bibliotecas Ruy Belo preparou em articulação com o plano de ensino a distância (E@D) do agrupamento por forma a responder às atuais exigências da comunidade escolar.
Pretende-se apoiar as atividades curriculares e formativas, apoiar a pesquisa e a realização de trabalhos, a utilização de plataformas e aplicações digitais e disponibilizar recursos e serviços em linha, capazes de apoiar com eficácia as atividades letivas.
Estamos ON. Contem connosco!


segunda-feira, 13 de abril de 2020

Parceria com a Escola Segura



Ao longo dos últimos anos temos desenvolvido de forma sistemática uma parceria com a Escola Segura. Os seus agentes conhecem bem a realidade do nosso agrupamento e estamos habituados a trabalhar em conjunto na missão de sensibilizar/refletir/esclarecer sobre determinados temas contribuindo, acreditamos nós, para prevenir comportamentos desajustados e disruptivos. Os nossos alunos já estão habituados a vê-los, desde o primeiro ciclo, no papel de formadores, a dinamizar sessões e nos recreios a apoiar a resolução de conflitos que por vezes surgem. Têm crescido com eles, conhecem-lhes o nome, respeitam a sua autoridade e facilitam a proximidade.
Este ano letivo não foi excepção. Estiveram connosco a desenvolver ações de sensibilização e prevenção nas bibliotecas das três escolas do agrupamento. Em fevereiro, sobre a “Segurança na Internet” e sobre o tema do Bulliyng integrando o programa da Semana da Paz e da Não Violência e em janeiro, com o tema dos “Maus tratos na infância e direitos das crianças” e “Sim à Diferença - diálogo intercultural/diversidade cultural e discriminação”.
Conhecemos já a sua dinâmica e valorizamos cada vez mais a forma assertiva como transmitem as informações conseguindo estabelecer interação, diálogo e proximidade com os alunos incentivando-os a ser uma voz ativa na denúncia de pressões, comportamentos e atitudes incorretas.
No final das sessões muitos alunos pedem para falar com os agentes, uns em particular, outros em grupo. Querem saber mais sobre o tema, sobre a profissão dos agentes ou simplesmente para lhes dar um abraço. Reconhecem que são importantes e que fazem a diferença na escola.
Acreditamos que as suas ações têm contribuído para a formação pessoal e cívica dos nossos alunos ao longo destes anos de parceria.
O Programa Escola Segura é de âmbito nacional. Tem a sua origem num protocolo celebrado em 1992 entre o Ministério da Administração Interna e o Ministério da Educação, possuindo como objetivo melhorar os índices de segurança que se verificavam no interior dos espaços escolares que, à época, foram considerados prioritários.
Agradecemos aos senhores agentes da Escola Segura que connosco colaboraram mais este ano letivo disponibilizando-se com imensa generosidade a fazer parte deste projeto: agente Carina Ferreira, agente Luís Fragoso, agente Bruno Sousa e todos os que de alguma forma participaram e apoiaram estas ações. Agradecemos igualmente aos professores envolvidos, professora Elisabete Bento, Filipa Pires, Inês Almeida, Dores Barcelos, José Cayola, Ana Teresa Oliveira. A todos muito obrigada.

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Torneio Literário “Quem sabe+ sobre” – 2º ano


Quem não adora um bom torneio literário? 
É que a possibilidade de jogar com todas as turmas do nosso 2º ano e do nosso agrupamento para mostrar quem sabe mais sobre “A girafa que comia estrelas” foi um fenómeno de sucesso em Janeiro. Sempre que possível a obra foi apresentada pelos membros da equipa na Hora do Conto, porém houve duas turmas de 1º ciclo que a leram em sala de aula.
No âmbito das atividades de promoção e treino de leitura, esta atividade consiste num jogo com muitas perguntas sobre o livro, a história, as personagens, o vocabulário. Pelo caminho têm de realizar provas de perícia e habilidade como montar puzzles, identificar pormenores duma imagem  ou ordenar a história.
Na MA1, na primeira ronda, jogaram duas turmas de cada vez e na final as três turmas com melhor resultado fizeram o desempate. Na MA2 foi possível fazer tudo seguido numa só manhã. No total tivemos 8 turmas, mais de 200 alunos e professores envolvidos nesta iniciativa, o que em termos de participação, ao longo de duas semanas de fevereiro, se traduziu em 394 participantes.
Estão de parabéns todos os participantes e em particular as turmas 2º B da professora Isabel Ferreira e 2ºC da professora Cândida Miranda que venceram o torneio nas respetivas escolas.
Uma palavra de agradecimento à professora Fátima Pina coordenadora interconcelhia das bibliotecas escolares de Sintra que muito amavelmente e de forma generosa disponibilizou a maleta pedagógica com os recursos utilizados nas sessões.
Texto Teresa Sebastião






quinta-feira, 9 de abril de 2020

Literacia dos medos: O Cuquedo - 1ºciclo


“O Cuquedo” de Clara Cunha é já uma fórmula de sucesso na hora de conto das bibliotecas do 1º ciclo. Todos adoram andar de cá para lá e de lá para cá nas páginas deste livro com a professora Isabel Talefe e aguardam com doce expectativa o momento de abraçarem o Cuquedo residente da nossa biblioteca. De sessão para sessão vamos acompanhando as suas aventuras em “O Cuquedo e um amor que mete medo” e “O Cuquedo e os pequenos aprendizes do medo”. Estas obras são o ponto de partida para várias sugestões de atividades articuladas com o professor titular em função do perfil de cada turma. Costuma ser partilhada uma pasta digital com roteiros, guias de exploração, fichas de trabalho, powerpoints de cada obra para consolidar as dinâmicas de trabalho em sala de aula. A ficha com mais procura é a de Estudo do Meio na qual os alunos pesquisam sobre os animais, as suas características e habitat, as suas qualidades e depois e os ilustram.
Para a equipa é estimulante conceber uma estratégia de evolução de livro para livro, de sessão para sessão com cada turma, porque vamos combinando com os professores a introdução de conteúdos curriculares de uma forma subtil, vamos conciliando a leitura com a arte, as tecnologias com os conhecimentos dos alunos, ou seja vamos construindo a atividade com as interações gerando uma partilha enriquecedora.
Por exemplo, o 1ºC depois de ouvir a primeira história, deu os primeiros passos numa folha quadriculada “excel” com colunas e linhas, nas quais se fez uma tabela para soletrar cada uma das personagens e contar as letras dos nomes. Aproveitando para fazer rimas e contagem de sílabas, fomos misturando de forma lúdica conteúdos de Português e Matemática.
Se fosse uma turma de 2º ano poderíamos abordar proporções ou noções de geografia. Se fosse uma turma do pré-escolar, seria curioso fazer um livro eletrónico ilustrado e narrado pelos nossos alunos.
Na turma 2º F, e também depois da apresentação da primeira história, o nosso Cuquedo e a professora Teresa Sebastião desafiaram a turma a ler a obra e os medos apenas pelas ilustrações. Página a página a nossa professora bibliotecária foi desconstruindo com os alunos as imagens, as cores, os símbolos, a mancha gráfica, as expressões, para mostrar como diferentes interpretações e resignificações podem ter lugar dentro de cada um e como podem ser identificadas entre os animais da selva. Esta viagem interior e estética desperta o sentido crítico e desbloqueia alguns padrões de leitura muito limitados ao texto e à narrativa.
Estas sessões foram interrompidas este período mas esperamos retomar brevemente com mais turmas e com as obras magníficas de Clara Cunha ilustradas pelo Paulo Galindro. Deixamos aqui um abraço sem medo da equipa e do nosso Cuquedo.
Texto Teresa Sebastião

 

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Exposição “Migrações e Desenvolvimento”- parceria com a Cáritas/Departamento de Ciências Sociais e Humanas

“Podemos falar de migração como fenómeno, mas não é simplesmente um fenómeno. Falar de Migração é falar de pessoas! Devemos falar de pessoas migrantes. A migração é um conceito, mas os migrantes são seres humanos. Como pessoas, cada migrante tem uma história, sonhos, ânsias, desejos para a vida dos seus filhos.” Luis António Tagle, Caritas
O repto foi-nos lançado pela Professora Ana Candeias, professora de EMRC da nossa escola. Conhecemos o seu empenho, o seu envolvimento, a sua postura coerente com os ideais e convições que defende e sabemos que podemos confiar nela.
Agarrámos a ideia e juntamente com o Departamento de Ciências Sociais e Humanas projetámos uma dinâmica que envolveu todas as turmas da escola. Nas aulas de História, Geografia ou de Cidadania, os alunos vieram à biblioteca refletir e conversar sobre o fenómeno das Migrações e a sua relação com o Desenvolvimento Humano Integral. Num ambiente informal conversámos sobre alguns conceitos diretamente ligados com esta temática: refugiado, migrante, emigrante, imigrante, tráfico humano, xenofobia, racismoutilizando imagens e os guiões da exposição generosamente oferecidos pela Cáritas. Percebemos que as migrações não são algo de novo. As migrações existem a par com a história da humanidade. Descobrimos que muitos de nós somos também migrantes ou temos família migrante, que de forma direta ou indireta temos também um “ADN de migrante” (Luis António Tagle).
Construímos narrativas, contámos histórias, acordámos memórias, emocionámo-nos, mas no final saímos todos mais informados, positivos e solidárias em relação ao tema dos migrantes e refugiados.
Promover a cultura do encontro e o respeito pelos direitos humanos, foi um dos objetivos que tivemos presente na preparação destes encontros. Os alunos tiveram oportunidade de analisarem os vários painéis seguindo um guião orientador.
Para além destes encontros com as turmas em torno da exposição tivemos entre nós a Drª Eugénia Costa Quaresma, diretora da Obra Católica das Migrações da Conferência Episcopal Portuguesa e membro da Academia de Líderes Ubuntu, que se disponibilizou, de forma muito generosa, a dinamizar uma sessão sobre o tema. E que bom que foi ouvi-la. Alertou-nos para questões fundamentais dos migrantes, enquadrou a temática das Migrações num cenário europeu marcado por vezes pelo egoísmo e pela indiferença, que origina medos e vulnerabilidades. Falou-nos das guerras e dos conflitos armados que são fonte das migrações, da corrupção, da venda de armas, dos interesses económicos que por vezes são colocados em primeiro lugar. Teve tempo ainda para nos elucidar sobre o trabalho que desenvolve na Obra Católica para as Migrações. Acolher, proteger, promover, integrar pessoas, promover uma cultura do encontro entre todas as culturas são alguns dos objetivos que estruturam e norteiam a sua ação neste movimento. Preparar os que chegam para a autonomia e para a integração.
Queremos agradecer à equipa da Cáritas de Lisboa na pessoa da Drª Ana Outeiro com quem organizámos todas as questões relacionadas com o envio, montagem e recolha de todos os materiais disponibilizados e oferecidos à escola e aos alunos. Temos de salientar a forma cuidadosa como desde o primeiro contacto fomos tratados e o regular acompanhamento em todas as fases do processo.
Queremos agradecer igualmente a todo o Departamento de Ciências Sociais e Humanas a oportunidade desta colaboração e parceria, (professoras: Paula Dourado (coordenadora), Elisabete Bento, Inês Lourenço, Gertrudes Guerreiro, Ana Sousa, Celeste Machado, Mónica Penajóia, Júlia Couto, Joslaine Andrade, Luisa de Jesus e Ana Candeias.
Gostámos muito de fazer este percurso convosco!
Esta exposição conta com o apoio do Alto Comissariado para as Migrações, da Obra Católica Portuguesa de Migrações e da Fundação Secretariado Nacional da Educação Cristã, e poderá ser utilizada por todas as entidades que pretendam trabalhar e promover este tema junto dos mais jovens.

 

Memórias de Março III Sessões - Orçamento Participativo Jovem


A primeira edição do Orçamento Participativo (OP) Jovem de Massamá e Monte Abraão continua a todo o vapor. Realizaram-se quatro assembleias na Escola EB 2,3 Ruy Belo e outras tantas nas Escolas da Freguesia. As turmas selecionadas, dos diferentes anos participaram em sessões de sensibilização e esclarecimento ao projeto do Orçamento Participativo dinamizadas pelo Sr. Domingos Veiga da União das Freguesia de Massamá e Monte Abraão e pelos elementos da My polis. Os alunos divididos em grupos apresentaram diversas propostas de intervenção na comunidade que submeteram na plataforma. Os jovens podem desta forma exercer um papel participativo e colaborativo em todo o processo utilizando esta ferramenta de cidadania e participação ativa. Qualquer um pode apresentar propostas para o seu município e fazê-las chegar a quem decide. É uma forma de dar voz aos mais jovens e aproximá-los dos políticos a caminho de uma democracia aberta e participativa. Ainda se encontra aberto o prazo de apresentação de propostas até amanhã dia 31 de março. O que estás à espera? Como fazer? É só ir à plataforma www.mypolis.eu criada pelo jovem economista Bernardo Gonçalves e apresentar uma ideia para melhorar a vida da comunidade da tua freguesia. Caso tenhas dúvidas poderás enviar um email para orcamentoparticipativo@uf-massamamabraao.pt ou ver a secção de FAQ’s da plataforma MyPolis. Agradecemos a todos os professores que se associaram a esta dinâmica, Fátima Pereira, Guida Silva, Irene Bernardo, Dinora Jesus, Paula Mourato, Carla Saldanha, Cília Domingas Pereira, Paula Dourado, Edite Silva e Luís Nicolau e aos elementos do GAAF, Anabela Fernandes e Raquel Leal responsáveis e parceiros nesta iniciativa.


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